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EUA reconsideram sanções contra ministro Alexandre de Moraes após decisões no Maranhão

Autoridades americanas avaliam uso da Lei Magnitsky após autorizações de busca contra jornalista e ex-secretário maranhense

Por Nossa Terra

· 1 min de leitura ·

Fonte: Jornal Pequeno

O governo dos Estados Unidos está discutindo a possibilidade de impor novas sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em razão de decisões recentes relacionadas a investigações no Maranhão.

As decisões incluem medidas autorizadas por Moraes contra o jornalista Luís Pablo e contra o ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão, Raimundo Cutrim. Autoridades americanas interpretam as ações como possível violação à liberdade de imprensa.

No caso do jornalista, a controvérsia decorre de reportagens que apontam suposto uso irregular de veículos oficiais pelo ministro do STF Flávio Dino e por familiares no Maranhão.

Raimundo Cutrim, ex-deputado estadual e ex-secretário, foi alvo de mandados de busca e apreensão emitidos por Moraes ao longo da semana.

Integrantes da administração de Donald Trump consideram novamente a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes. O ministro já havia sido submetido a sanções americanas em 2025, que atingiram familiares e o escritório de advocacia administrado por sua esposa, e que foram retiradas durante um período de aproximação entre os governos de Trump e Luiz Inácio Lula da Silva. A relação entre os dois governos voltou a apresentar desgaste, reacendendo o debate nos Estados Unidos.

Caso a medida seja efetivada, a reinclusão no regime da Lei Magnitsky poderia implicar bloqueio de bens e ativos sob jurisdição americana e restrições a determinadas transações financeiras.

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