Maranhão cria mais de 3 mil empregos formais em agosto, aponta Novo Caged

Estado acumula mais de 26 mil novas vagas em 2025; Brasil já soma 1,5 milhão de empregos com carteira assinada até agosto

O Maranhão registrou um saldo positivo de 3.149 empregos formais em agosto de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o estado criou 26.531 postos de trabalho com carteira assinada.

Em agosto, o Maranhão apresentou desempenho positivo em quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas. O destaque foi o setor de Serviços, com 1.552 novas vagas, seguido por Comércio (1.352), Indústria (538) e Construção (130). A Agropecuária foi o único segmento com saldo negativo, registrando 423 postos a menos.

Perfil dos contratados no Maranhão

As mulheres lideraram as admissões no estado, com 1.676 vagas preenchidas, contra 1.473 ocupadas por homens. A maior parte das vagas foi preenchida por pessoas com ensino médio completo, totalizando 2.493 contratações, enquanto a faixa etária entre 18 e 24 anos concentrou o maior número de postos, com 2.292 empregos gerados.

Destaques municipais

A capital São Luís registrou o melhor desempenho no mês, com 1.618 novos postos de trabalho e um estoque total de 330,8 mil empregos formais. Outros municípios que se destacaram foram Imperatriz (190 vagas), Santa Inês (181) e Codó (153).

Cenário nacional

No Brasil, o acumulado de janeiro a agosto de 2025 mostra a criação de 1,5 milhão de empregos formais, elevando o estoque total de empregos com carteira assinada para 48,69 milhões, o maior da série histórica. Desde o início de 2023, a gestão federal acumula saldo de 4,63 milhões de novas vagas.

Somente em agosto, o país registrou 147.358 novos postos, resultado de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos. O setor de Serviços liderou o crescimento nacional, com 81.002 novas vagas, seguido por Comércio (32.612), Indústria (19.098) e Construção (17.328). A Agropecuária também apresentou retração no país, com 2.665 vagas a menos.

São Paulo liderou em números absolutos no mês, com 45.450 novos empregos, enquanto Paraíba (+1,61%), Rio Grande do Norte (+0,98%) e Pernambuco (+0,82%) se destacaram em termos proporcionais.

Perfil dos trabalhadores no Brasil

As mulheres também tiveram saldo maior que os homens no cenário nacional, com 77.560 novas vagas, contra 69.798 para os homens. Os jovens de 18 a 24 anos foram maioria, com 94.525 empregos gerados, enquanto pessoas com ensino médio completo ocuparam 96.442 postos.

No recorte racial, os pardos lideraram as contratações (111 mil vagas), seguidos por brancos (32.248) e pretos (21.648). O saldo também foi positivo para pessoas com deficiência, que conquistaram 820 novos postos.

Salários

O salário médio real de admissão no país em agosto foi de R$ 2.295,01, representando um aumento de R$ 12,70 em relação a julho, ou alta de 0,56% no período.

Fonte: GOVERNO FEDERAL

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