Manifestantes defendem redução da jornada sem corte salarial e apontam mais descanso como questão de saúde e justiça social.
Trabalhadores, aposentados, estudantes e ativistas foram às ruas em diversas cidades do país nesta sexta-feira (1º), durante mobilizações do Dia do Trabalhador que tiveram como principal pauta o fim da escala 6×1, modelo de seis dias de trabalho para um de descanso.
Em Brasília, o ato ocorreu no Eixão do Lazer, na Asa Sul, reunindo centrais sindicais e movimentos sociais. Entre as reivindicações, esteve a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial, além da defesa de melhores condições de vida para a população trabalhadora.
Participantes destacaram que a atual escala provoca desgaste físico e mental, enquanto a ampliação do tempo de descanso pode melhorar a qualidade de vida e aumentar a produtividade.
Durante a manifestação, também foram levantadas pautas como valorização profissional, combate à precarização do trabalho e melhores oportunidades, especialmente para mulheres e trabalhadores em situação mais vulnerável.
O ato unificado foi organizado por centrais sindicais e contou com atividades culturais, discursos e relatos de trabalhadores que defendem mudanças nas regras da jornada laboral.
Em Brasília, houve ainda um princípio de tumulto após provocações entre grupos com posições políticas divergentes, mas a situação foi controlada pela Polícia Militar sem registro de ocorrências graves.






