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Foto: Reprodução/Imirante

São Luís registra mais de 100 mil pequenos negócios ativos

Levantamento do Sebrae mostra que esses empreendimentos correspondem a quase um terço dos negócios formais do Maranhão

Por Nossa Terra

· 2 min de leitura ·

Fonte: Imirante

Um levantamento do Sebrae, com informações de 4 de setembro de 2026, indica que a capital maranhense possui 103.711 estabelecimentos formais de pequeno porte em atividade. Desses, 46.513 são Microempreendedores Individuais, 49.048 microempresas e 8.048 empresas de pequeno porte, o que representa 32,51 % do total de negócios formais registrados no estado.

O segmento de Serviços reúne 58.077 estabelecimentos, enquanto o Comércio conta 32.685, a Construção Civil 5.976, a Indústria 6.766 e a Agropecuária 207 unidades.

Em termos de atividade, Saúde e bem‑estar lidera com 14.874 negócios; Casa e Construção ocupa a segunda posição com 10.940; Logística e Transporte segue com 8.815; Serviços de Alimentação chegam a 7.817; e Moda e Confecção registram 7.784, somando quase metade dos pequenos empreendimentos da cidade.

Os vinte bairros com maior concentração abrigam 46.682 empresas, cerca de 45 % da base, entre eles Renascença, Turu, Centro, Calhau e Cidade Operária; os demais 55 % estão distribuídos pelos demais bairros da capital.

A população estimada da capital é de 1,9 milhão de habitantes.

Celso Gonçalo, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Maranhão, ressaltou que a parceria de 54 anos com os empreendedores reflete a confiança no potencial transformador dos negócios que sustentam a economia local.

Dallin Reis afirmou que, para crescer, é necessário mais que uma boa ideia, destacando a importância da gestão, dos processos, da formação de equipes e da profissionalização.

Felipe Mussalém, presidente da Agência Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, apontou que a política de crédito deve ser permanente e que é fundamental preparar o empreendedor para usar os recursos de forma estratégica.

Paulo Gustavo declarou que, sem o apoio de instituições como o Sebrae e políticas de apoio, a sobrevivência dos pequenos negócios torna‑se difícil.

Ekles Aguiar alertou que a concorrência baseada em preço reduz margens e pode afetar a qualidade, e que o empreendedor deve observar o cenário externo, a carga tributária e inovar para se diferenciar.

Adalberto Melo destacou que o apoio do Sebrae aumenta as chances de acerto e diminui os riscos para quem está iniciando.

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