Na tarde de 15 de junho, a Associação de Criadores do Estado do Maranhão (Ascem), em parceria com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), organizou o evento “Maranhão Livre da Febre Aftosa” no Parque Independência, em São Luís. A iniciativa celebrou a recente conquista: o Maranhão foi oficialmente reconhecido como Zona Livre de Febre Aftosa sem vacinação, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), durante a 92ª Assembleia em Paris, no dia 29 de maio de 2025, com o certificado entregue em 6 de junho .
Agradecimentos e cooperação pública-privada
O presidente da Ascem, Ricardo Ataíde, expressou sua gratidão aos criadores do estado pelo empenho coletivo que tornou possível essa conquista internacional. Ele também destacou a importância da parceria entre o setor produtivo e os órgãos públicos para fortalecer a sanidade animal.
Oportunidades para o agronegócio maranhense
O governador Carlos Brandão ressaltou que esse certificado abre novas perspectivas de negócios, sobretudo com o mercado asiático, impulsionando a exportação de carnes bovina. Ele destacou também sua participação anterior, enquanto secretário da Casa Civil no governo José Reinaldo, na criação da Aged, órgão fundamental no controle dessa enfermidade .











Autoridades presentes
O evento contou com prestigiosa presença de autoridades ligadas à agropecuária e ao agronegócio:
• José Reinaldo, ex‑governador do Maranhão
• Julielly Campos de Oliveira, presidente da Aged
• Cauê Ávila Aragão, ex- presidente da Aged
• Fábio Gentil, secretário de Estado da Agricultura e Pecuária
• Wellington Reis Sousa, superintendente federal do MAPA no Maranhão
• Raimundo Coelho, presidente do Senar Maranhão
• André Fufuca, Ministro do Esporte do Brasil
• Presidentes e diretores de sindicatos rurais, produtores, e outros representantes do setor
Impacto e futuro
• O reconhecimento internacional consolida o status sanitário adquirido em abril de 2024 via Portaria MAPA nº 678 e fortalece a imagem do Maranhão como região confiável para exportações de produtos de origem animal.
• Esse certificado tende a atrair investimentos em frigoríficos e a fortalecer a cadeia produtiva local, especialmente em torno do Porto do Itaqui, impulsionando geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico regional .







