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Foto: Reprodução/cnnbrasil.com.br

Candidatos derrotados definem posicionamentos para segundo turno

Zema reafirma oposição ao PT, Avante e Missão mantêm neutralidade, e Caiado aguarda alinhamento interno

Por Nossa Terra

· 1 min de leitura ·

Fonte: cnnbrasil.com.br

Com a confirmação do segundo turno presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT), Flávio saiu na frente com 47,03% dos votos e Lula conquistou 45,16%.

O ex-governador de Minas Gerais, candidato à Presidência, reiterou postura de oposição ao PT, afirmando que, "onde tiver PT", ele e seu partido serão "do outro lado". Na primeira manifestação pública, não citou nominalmente Flávio Bolsonaro e destacou que a prioridade do partido foi cumprir a cláusula de barreira.

O escritor e candidato pelo Avante declarou que não apoiará nenhum postulante no segundo turno e que manterá a neutralidade.

Cury afirmou que vai se "silenciar completamente" em relação aos dois nomes que avançaram, acrescentando que suas propostas de governo continuam à disposição de quem desejar aproveitá‑las. Ressaltou que ninguém está autorizado a usar seu nome ou o de seu candidato a vice‑presidente para declarar apoio e que não pretende dar continuidade à carreira política nem assumir cargos ministeriais.

O postulante do partido Missão anunciou que não fará campanha para nenhum candidato nem para o voto nulo, afirmando que não faria diferença se engajar na etapa final e orientou seus eleitores a agirem como preferirem.

Renan avaliou que o cenário desenhado pelas urnas indica favorecimento ao candidato do PL no segundo turno, criticou o resultado e afirmou que não deixará a atuação política, pretendendo dar sequência à construção do seu partido para as próximas eleições.

O ex-governador de Goiás, quinto colocado, disse que passará por alinhamento interno antes de formalizar qualquer posição, pretende manter sua coerência política e anunciará decisão após reunião com Gilberto Kassab. Agradeceu ao partido pela oportunidade de disputar o Palácio do Planalto e afirmou que continuará acompanhando a política regional em apoio ao governo de Goiás, independentemente do desfecho nacional.

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